quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Urgente! Imigrantes estão a ser deportados do CIT do Porto


Seis dos 23 marroquinos que em meados de Dezembro alcançaram a costa algarvia (muitos deles em condições de saúde precárias) já não se encontram no centro de detenção (Rua Barão de Forrester). Mais quatro serão esta madrugada expulsos. O processo de repatriação está a ser conduzido completamente à margem da lei, não tendo a advogada dos imigrantes sido informada do sucedido.

O ministro da administração Rui Pereira já havia declarado a intenção de expulsar os 23 cidadãos marroquinos. Em declarações ao jornal Portugal Diário, Rui Pereira afirmou que «O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras tem desenvolvido todos os esforços no sentido da identificação dos cidadãos que imigraram ilegalmente para o nosso país e aquilo que foi decretado judicialmente foi que fossem expulsos». Tal, constitui uma questão de coerência com «uma política global de imigração» que aceita a imigração legal, considerando-a «como uma janela de oportunidades para o desenvolvimento dos países de origem e de destino», mas que combate a imigração ilegal, «associada a fenómenos humanitários gravíssimos».

Podemos assim concluir que as imperativas necessidades que fomentam o fenómeno migratório – a fuga às guerras, à pobreza, à repressão, à destruição de recursos naturais e às condições de miséria que alimentam as contas bancárias das grandes empresas e investidores transnacionais –, bem como o livre exercício do direito à mobilidade são factores que não devem determinar uma política migratória responsável. Leia-se, que vise combater a imigração ilegal, que «está associada a fenómenos humanitários gravíssimos».

De referir que esta decisão ocorre poucos dias após a realização da 23ª Cimeira Ibérica, na qual os governos espanhol e português decidiram criar parcerias no combate à imigração dita ilegal. O primeiro-ministro espanhol José Luís Zapatero havia dias antes assinado um acordo com a França e com a Itália que prevê a expulsão conjunta de imigrantes.

O estranho facto de assistirmos à violação da lei por parte da sua instituição criadora (o estado, em nome dos seus interesses, viola-se a si mesmo) é o indício de um estado de excepção que se torna cada vez mais permanente nas nossas vidas. São demasiados os exemplos históricos de cessação de direitos, liberdades e garantias que, por métodos mais ou menos mediatos, se foram alargando à generalidade das pessoas. Hoje são os ilegais, os clandestinos, os magrebinos, os africanos, os chineses, os de leste, os pobres, os não rentáveis economicamente. Amanhã, seremos nós?

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Antifascista morre às mão de atacantes nazis - República Checa


Cesky:
English:
Last Friday, young anti-fascist skinhead (18 years old Jan Kucera) was stabbed by 20 years old nazi after short fight. Jan Kucera died in hospital on Sunday.
Nazi attacker was arrested, but the whole incident is being investigated as pub fight, even though attacker is accused of attempt to murder.
Witnesses said nazis attacked a group of anti-fascist in pub. They were giving nazis salutes and shouted insults towards antifascist. Later they attacked this antifascist skinhead outside of pub. Attacker (experienced martial artist with more then 10 years practise of musado) stabbed Jan to flank and back. Jan..s friends managed to stop the enormous bleeding from flank till the abulance came, but then they discovered he was stabbed to back as well. Jan lost a lot of his blood and even though he fought for his life, he loose this final battle on Sunday.
His favourite song was "Tiil the end of my life I..d be anti-fascist!" by Slovak band called Rozpor...
We..ll never forget.
RIP.

Estará à vista uma catástrofe?

Bloqueio israelita

ONU deverá suspender ajuda alimentar a Gaza esta semana 21.01.2008 - 14h18 AFPA Agência da ONU para os refugiados palestinianos (Unrwa) deverá deixar de distribuir alimentos a 860 mil pessoas na Faixa de Gaza “quarta ou quinta-feira” se o bloqueio israelita se mantiver, alertou hoje o seu porta-voz.

“Devido à escassez de combustível, deveremos suspender a nossa distribuição de alimentos a 860 mil pessoas na quarta ou quinta-feira se a situação continuar”, afirmou Christopher Gunness.

Faixa de Gaza, com 1,5 milhões de habitantes, está inteiramente dependente de ajuda exterior. Quinta-feira, Israel decidiu bloquear a entrada de combustível e de produtos em resposta aos tiros de rocket contra o seu território.

Olmert mantém bloqueio enquanto Hamas estiver no poder.

Hoje, o primeiro-ministro israelita Ehud Olmert disse que o bloqueio vai manter-se enquanto o território estiver a ser controlado pelos islamistas do Hamas. "Não permitiremos que dezenas de milhares de israelitas sejam submetidos, diariamente, aos tiros de rockets enquanto a vida na Faixa de Gaza decorre na normalidade", declarou.

Olmert salientou que os alvos israelitas são "membros das organizações terroristas", referindo-se aos grupos armados palestinianos que atacam as localidades do Sul de Israel, vizinhas de Gaza.

"A população (de Gaza) deve compreender que enquanto o Hamas estiver no poder, apenas lhe vamos fornecer o mínimo", acrescentou Olmert.

União Europeia apela ao levantamento do bloqueio.

A comissária europeia para as Relações Exteriores, Benita Ferrero-Waldner, e o diplomata da União Europeia, Javier Solana, apelaram hoje ao levantamento do bloqueio por Israel.

"A recente decisão (israelita) de encerrar todos os pontos de passagem fronteiriços com Gaza e de interromper o fornecimento de combustível só irá agravar ainda mais a já difícil situação humanitária na Faixa de Gaza", declarou a comissária em comunicado. No entanto, diz, também condenou "os tiros de rockets sobre Israel" e reconhece "completamente a necessidade que Israel tem de defender os seus cidadãos".

"Somos contra esta retaliação colectiva contra a população de Gaza. Instamos as autoridades israelitas a retomarem o abastecimento energético e a reabrirem as fronteiras, de forma a permitir a passagem de mercadorias e da ajuda humanitária", acrescentou.

Não podemos estar de acordo com a situação actual, que faz sofrer a população", declarou Javier Solana aos jornalistas.

Tirada do Público.

domingo, 20 de janeiro de 2008

[Insurreição] 18 de Janeiro de 1934 : a última revolta do tempo em que os sindicatos eram armas.


Em 18 de Janeiro de 1934, uma greve geral insurreccional e revolucionária ergue-se contra a ditadura instaurada pela oligarquia militar e económica que a partir de 1926, tenta aniquilar o movimento sindical tão dinâmico durante a Ia República. Com o direito à greve proibido e a polícia política em acção, corajosos militantes vão contestar a fascização dos sindicatos decidida pelo regime de Salazar.

Iniciam clandestinamente o movimento, a CGT (Confederação Geral do Trabalho, anarco-sindicalista) e a Comissão Inter-Sindical (ligada ao PCP). O apoio de grupos de militares republicanos viu-se comprometido meses antes, ao ser detido o militar republicano Sarmento Beires seguida da detenção dos militantes anarquistas Acácio Tomás de Aquino e Mário Castelhano, da CGT.

Despoleta-se assim, sem grandes apoios mas uma abnegada determinação na noite de 17 para 18 de Janeiro a Greve Insurreccional. Em muitos locais, os trabalhadores constituíram comités de greve, ocuparam fábricas, sabotaram os comboios, e chegaram mesmo a apoderar-se de armas de quartéis da GNR, e a constituir um curto contra-poder revolucionário.

A mitificação e isolamento do episódio da Marinha Grande, com ajuda do PCP, é absurdamente redutor dos factos: o movimento tem igualmente expressão nas zonas operárias de Lisboa, Barreiro e Setúbal, bem como em Sines, Silves e em Coimbra. No livro da historiadora Fátima Patriarca (Sindicatos contra Salazar, ICS, 2000) fica bem expresso isto como se pode ler na resenha que o livro mereceu na Análise Social, por Henrique N. Rodrigues.

A acção foi, sobretudo, de raiz anarco-sindicalista, tendo nele participado, em menor escala, os comunistas e alguns socialistas e sindicalistas autónomos, mas sem qualquer apoio conhecido dos republicanos democratas. Edgar Rodrigues, no seu livro ("A Resistência Anarco-Sindicalista à Ditadura. Portugal 1922-1939"), considera mesmo como estratégia dos comunistas a derrota da greve, para nas suas cinzas, tomarem as rédeas do movimento operário português, que se teria materializado numa acção de antecipação em Lisboa, protagonizada por militantes comunistas antes do combinado.

Seja como for, a repressão da ditadura é brutal com inúmeras prisões. 57 dos 150 presos que vão inaugurar o Campo de Concentração do Tarrafal, participaram no 18 de Janeiro e muitos lá morrem.

A revolta do 18 de Janeiro é bastante desconhecida hoje em dia em parte devido a 48 anos de ditadura em Portugal mas também devido a uma tentativa partidária por parte da esquerda em tentar abafar o que é a história revolucionária operaria em Portugal.

Fonte

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Novo Forum Antifascista


Este novo fórum antifascista que visa ser a plataforma cibernética do movimento foi criado como resposta ao crescente número de problemas no antigo fórum (http://www.antifascista.pt.vu) bem como a crescente falta de segurança.

Por isso, entenda-se, que é o Movimento Antifascista Português (MAP) que mantém esta plataforma a funcionar.
Esperamos chegar a muitas mais pessoas sem desvalorizar o que foi conseguido anteriormente.

Esperamos assim estar a contribuir para o fortalecimento do movimento antifascista no nosso país.

O novo forum é: http://accaoantifascista.pt.vu

Saudações antifas!!!

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

STOP THE LISBOA TREATY


This Website will inform You about the contents of the planned European-Reform-Treaty and what it will mean for the future of European citizens.At the moment we are in a phase of preparing all informations depending the treaty contents. You will get all informations, soon - cause there's no minute left to wait for the campaign against this treaty.

Visitem e divulguem!!!

MySpace: Stop the Lisboa Treaty

Génova somos todos!


Sexta-feira, 14 de Dezembro, foi publicada a sentença do processo judicial que se arrastava já há 3 anos e meio contra 25 activistas que participaram no bloqueio ao G8, a 20 de Julho de 2001 em Génova. Catorze dos acusados irão ser condenado com base na acusação de “danos” e dez por “saqueio e devastação” com penas que oscilam entre os 5 meses e os 11 anos. Uma companheira acabou por ser absolvida. No total as penas chegam aos 106 anos de prisão.

Mais de 6 anos depois é esta resposta judicial e estatal aos protestos que bloquearam a reunião das auto denominadas “oito potências mundiais”. Na altura centenas de milhares de pessoas bloquearam o encontro sob a violenta repressão de um dispositivo policial cuja brutalidade, mais uma vez, saiu totalmente impune. Após o arquivamento do processo relativo à execução de Carlo Giuliani, com os policias responsáveis pelo assasinato a saírem ilibados, os vários processos relativos aos espancamentos e perseguições a milhares de pessoas nas ruas, hospitais e esquadras, ou à sádica e cobarde rusga à “escola Diaz”, onde se encontravam albergados centros de informação independente, arrastam-se penosamente nos tribunais italianos.

Um pouco por todo o lado já surgiram reacções às penas emitidas pelos tribunais italianos. Seis anos depois a revolta de Génova está demasiado presente para ser esquecida no interior do mecanismo de sabotagem de memória mediático, que busca o arrependimento pelas barricadas levantadas ,pela resistência contra uma ordem que se quer imposta no interior do silêncio e da apatia. Génova somos todos!

G8 - Génova 2001

O reavivar da memória

“Under a government which imprisons any unjustly, the true place for a just man is also a prison.” - Henry David Thoreau in “Civil Disobedience”

Na “aldeia global” em que hoje vivemos toda a oportunidade de manifestar desagrado pelas políticas de manutenção da miséria tem de ser aproveitada face aos representantes dessas mesmas políticas. Julho de 2001 foi um mês marcante nos protestos contra o sistema vigente: oito pessoas reunidas a decidir os destinos de praticamente todo o planeta foram confrontadas, na cidade de Génova, por centenas de milhares de manifestantes que se insurgiram por “um outro mundo possível”.

Durante o espaço de poucos dias vários grupos, associações, organizações, colectivos, ou até mesmo partidos reuniram-se para mostrar que, em nome de milhões de pessoas necessitadas e revoltadas, a política que se está a fazer não funciona e que é preciso destruí-la.

Foi criado um espaço de convergência em Génova, para reunir os vários grupos de maneira a que fosse possível organizar a manifestação. Como todos nós sabemos, o universo destes grupos está repleto de divisões . E desde o início que em Génova se notou uma primeira divisão: os grupos que estavam dentro do Fórum Social de Génova e os que estavam fora dele. Os média apressaram-se nas conclusões: os primeiros eram pacíficos, enquanto os segundos preferiam a via da violência, uma forma maniqueista de olhar para as coisas que deu mão livre à polícia. Obviamente que as divisões não eram assim tão simples. Nunca o são.

Por seu lado, a polícia italiana também se organizou. Há dados que permitem afirmar que muitos agentes foram treinados por estadunidenses. Foi criada uma morgue temporária num hospital, para agentes policiais e há informações que indicam que encomendaram 200 sacos para cadáveres. Os meios de entrada em Itália foram controlados nas fronteiras (levantando os acordos de Schengen), os aviões desviados para aeroportos de outras cidades e as estações de comboios encerradas. Até uma bateria terra-ar foi instalada no aeroporto para “proteger os participantes na cimeira de eventuais ataques terroristas ou de manifestantes”. Foram colocados no terreno cerca de 15.000 “agentes de segurança” em oposição aos estimados 200 mil manifestantes.

Quando começaram as manifestações, pouco tempo demorou até aos confrontos terem início. Ao longo dos três dias de cimeira (de 20 a 22 de Julho) 500 pessoas ficaram feridas, muitas delas com gravidade. A polícia invadiu o Fórum Social de Génova (onde também estava localizada a “base” do Indymedia para a cobertura dos eventos que viu o seu material capturado) sob a alegação de que os manifestantes violentos estavam lá abrigados. De acordo com o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, “não se fazia distinção entre os dois grupos”[os violentos e os pacíficos].

Um manifestante, Carlo Giuliani, foi assassinado a tiro por um polícia e seguidamente atropelado.
A cimeira custou um total de 200 milhões de dólares.

288 pessoas foram presas durante os três dias de cimeira, sem contar com as 100 pessoas detidas nos restantes dias. Os médicos do Fórum Social de Génova trataram cerca de 300 pessoas, sem contar as 500 que já foram referidas. No dia 7 de Agosto de 2001 ainda estavam 51 pessoas presas.

Na sequência dos eventos de Génova três responsáveis da polícia foram afastados e o Ministério do Interior italiano demitiu-se. O agente que assassinou Carlo Giuliani foi reintegrado. Os cidadãos não desistiram e mantiveram queixas judiciais contra as forças policiais.

Fonte: Centro de Média Independente

[Lisboa] Mais videovigilância!


A junta de freguesia de S.Nicolau, em Lisboa, apresentou um projecto de instalação de um sistema de videovigilância na baixa de Lisboa. As 32 câmaras de alta-definição a instalar, após um processo de aprovação por parte de uma série de entidades, podem inclusive capturar som e constituem, segundo os seus promotores, uma mais valia na defesa dos interesses comerciais situados na baixa de Lisboa bem como um facilitador do trabalho policial que tem uma forma mais efectiva de vigilância.

As garantias que instituições e organizações como a Comissão Nacional de Protecção de Dados ou o Ministério da Administração Interna oferecem em relação à privacidade escondem uma realidade social que é já por si de total controlo e onde a instalação de novas câmaras vem apenas reforçar um projecto muito mais amplo de vigilância sobre tudo e todos que inclui, entre outras coisas, a implementação do cartão único ou o controlo da Internet. Além disto é imensamente repetida a mentira de que a segurança providenciada por estes mecanismos é para todos sendo óbvio que o verdadeiro objectivo é a protecção da sociedade capitalista e do estado cada vez mais policial.

A videovigilância é um instrumento de controlo social em ascensão nas ruas das cidades portuguesas e o anuncio da instalação de mais 32 câmaras em plena baixa chega pautado por um discurso de segurança que é antes de mais nada a conversa do controlo de ruas e pessoas como se isso fosse uma realidade que as favorecesse.
As ruas das cidades são selvas de consumo e comércio nas quais são colocados cada vez mais mecanismos de vigilância criando um quotidiano de controlo policial.

Fonte: Centro de Média Independente

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Antifa Hooligans




Os ultras contra o racismo nasceram em 1994, a ideia surgiu depois de tantos actos com teor racista se terem sucedido no futebol português, desde á muito tempo que se tornou normal chamar de “macaco” ou “preto” a qualquer jogador de futebol africano que jogue na equipa adversária, este tipo de discriminação a que nós chamamos de troglodita é a mais usado por esse Portugal fora, com esses “incentivos” um jogador africano ainda com mais garra irá jogar para mostrar que não é superior ou inferior mas sim um ser humano como todos nós, mas esta é só a ponta do iceberg… Com a chegada dos anos noventa as coisas mudaram de figura, já só não era a agressão verbal, mas passou-se á agressão fisica, principalmente no seio de alguns grupos ultra portugueses, onde não só se perseguia africanos dentro mas tambem fora do estádio, as coisas chegaram a tal ponto que até se organizavam razias depois de jogos de futebol, um exemplo foi o que aconteceu no Bairro Alto em Lisboa depois da final da taça de Portugal em 1995, acabando tudo na morte de Alcindo Monteiro.
Os UCR são uma organização independente, o nosso objectivo é fazer abrir os olhos a este mundo ultra português para que não se caia no erro de se vir a achar “normal” todas essas atitudes de racistas ignorantes que por ai andam, e que uma coisa fique bem clara, não suportamos qualquer tipo de racismo seja ele entre brancos e africanos, vice versa, ou entre outras “cores”, nos UCR cada um faz o que pode e da melhor maneira que sabe, somos apoiantes de vários clubes em todo o pais, aqui não há “chefes” nem pessoas que sabem mais que outras, há sim um grande sentimento de entre ajuda e de respeito uns pelos outros, cada um é livre de ser aquilo que é, mas… se és racista, neo-nazi, fascista ou qualquer coisa parecida com essa escumalha, então fica onde estás, pois aqui não és bem vindo(a)!
PORTUGAL MULTIRACIAL

Retirado de: UCR


Algumas imagens e vídeos de claques antifascistas:

Claque do Livorno, os Brigade Autonome Livornesi (Itália)




Claque do St. Pauli (Alemanha)


Claque Indar Gorri do Osasuna (Euskadi)



Claque do Celta de Vigo, os Celtarras (Galiza)



Claque do Empoli, os Empoli-Rangers (Itália)


Claque do Rayo-Vallecano, os Buakaneros (Espanha)




Agora alguns vídeos:

St. Pauli




Livorno

Vídeo fantástico "Quem não salta é um fascista", num jogo contra a Lázio de Roma cuja claque é assumidamente nazi e das mais violentas.



No mesmo jogo, cântico contra Paolo DiCanio (jogador da Lázio), que quando marca golos faz a saudação fascista. O cântico em português é "De cabeça pra baixo, Paolo DiCanio de cabeça pra baixo", como foi feito a Benito Musolini em Milão.



Por fim, a claque do Livorno domina San Siro com cânticos contra Berlusconi (nem precisa de tradução). Note-se que Berlusconi, que na altura era Primeiro Ministro italiano, é dono do AC Milan.



Finalmente, o vídeo "Let's kick racism out of football"





Los Fastidios - Antifa Hooligans