terça-feira, 31 de março de 2009
Todos los detenidos de Vallekas ya están en libertad
Han sido recibidos por un centenar de solidarios entre aplausos y gritos de ánimo.
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Información de Agencias
El juez ha puesto en libertad a los 18 jóvenes mayores de edad que fueron detenidos el pasado sábado por los incidentes ocurridos al comienzo de la manifestación convocada por Movimiento Patriota Socialista, formado por grupos de ideología fascista, en los que fueron arrestados también siete menores.
Según ha informado el Tribunal Superior de Justicia de Madrid (TSJM), el titular del Juzgado de Instrucción número 13 de Madrid -en funciones de guardia- ha tomado declaración a lo largo de la mañana a las 18 personas mayores de edad acusadas de haber participado en los disturbios (todos antifascistas) y las ha puesto en libertad.
El Ministerio Fiscal no ha solicitado el ingreso en prisión de los jóvenes, acusados de desórdenes públicos, atentado y daños, que ahora quedan a la espera de que se tramiten las diligencias de investigación en el Juzgado de Instrucción número 13, que se ha quedado con la causa, ha detallado el TSJM.
Durante la declaración de estos jóvenes, un centenar de amigos y allegados se han concentrado frente a los juzgados de Plaza de Castilla y les han recibido con aplausos y vítores cuando han salido. Algunos de los congregados, que no han causado ningún altercado, portaban pancartas con leyendas como "Felicidades Mario. Que nadie te diga nunca que dejaste de luchar".
Los otros siete detenidos el sábado, menores de edad, fueron trasladados al Grupo de Menores (GRUME) y será la Fiscalía de Menores la que decida sobre su situación.
EUROPA PRESS / EFE
segunda-feira, 30 de março de 2009
VIGÍLIA EM FRENTE AO ESTABELECIMENTO PRISIONAL DE MONSANTO 2 de Abril, quinta-feira, 21.30h.
PELOS DIREITOS HUMANOS!
Desde que reabriu portas, o Estabelecimento Prisional de Monsanto
tem-se destacado por reiteradas violações dos Direitos Humanos,
traduzidas em agressões físicas e psicológicas à integridade dos
presos, bem como a tratamentos carcerários humilhantes e não
legitimados pelo ordenamento jurídico português – que, aliás, nem
reconhece a existência de estabelecimentos prisionais de “segurança
máxima” ou de “alta segurança”, como [nuns casos por ignorância,
noutros por má-fé manipulativa] Monsanto tem vindo a ser apresentado.
São inúmeras as referências na comunicação social, várias as denúncias
expressas em relatórios internacionais, perante a cobarde e criminosa
passividade das autoridades portuguesas que fecham os olhos às
denúncias e legitimam práticas arbitrárias.
Desde logo, os Serviços Prisionais permitem-se ao livre arbítrio de
determinar quem é e não é “perigoso”, ajustando contas com presos
malquistos ao conceito de “bom comportamento”, que não decorre de
nenhuma apreciação objectiva de conduta e carácter, mas sim da punição
– por processos indirectos – àqueles que recusam a institucionalização
da sua consciência e se permitem ao “arrojo” de assumir uma visão
crítica.
Ainda recentemente, a 12 de Março, conforme foi oportunamente
denunciado, dois presos de Monsanto foram agredidos por elementos da
Guarda Prisional, num contexto à margem de qualquer “coacção legítima”
(só para utilizar um jargão sistémico), mas sim de forma cobarde e
desproporcionada e (convenientemente) no resguardo de uma sala sem
videovigilância.
Estas práticas deveriam envergonhar o Estado português. Isto, se este
fosse “pessoa de bem” – o que, objectivamente, não é o caso. A nós
envergonhar-nos-ia não denunciar, sendo cúmplices pelo silêncio!
ACED
Associação Contra a Exclusão pelo Desenvolvimento
CMA-J
Colectivo Múmia Abu-Jamal
Últimas Ações na Grécia
Policiais são atacados
Neste sábado (28), aproximadamente sete polícias, enquanto estavam fazendo patrulha no centro de Atenas, foram atacados por um grupo de mais ou menos 50 anarquistas. Um policial foi ferido e transportado para o hospital, posteriormente o grupo destruiu a fachada do Banco Nacional, localizado na rua Eolu.
Protesto contra antenas de celular
Ainda no sábado (28), em outro bairro da capital grega, em Trimestre Gkisi, foi realizada uma manifestação com várias centenas de moradores do bairro contra as antenas de celulares. A antena da empresa Cosmote foi “desativada” pela população.
Prédio é ocupado
Moradores do bairro de Nea Filadélfia ocuparam um prédio vazio que pertencia ao município para transformá-lo em um Centro Autogestionário.
Manifestação anti-fascista
Na cidade de Loannina, ocorreu uma manifestação anti-fascista, com a participação de quase 200 pessoas. Durante o protesto foram feitas várias pichações e diversos caixas eletrônicos danificados.
Banco é atacado
O Banco Nacional, na cidade de Serres, foi alvo de um ataque incendiário. Um caixa eletrônico foi queimado e a entrada do banco destruída.
Ofensiva anarquista contra sedes de partidos
Em Tessalônica, no dia 23 e 25, foram levadas a cabo ataques em várias sedes de partidos políticos, provocando danos materiais. Especificamente foram alvos da ofensiva anarquista, a sede da Nova Democracia, do PASOK, do KKE (Partido Comunista), SYRIZA (coalizão de esquerda) e LAOS (partido de extrema direita).
Concessionário de automóvel é atacada
Por volta da uma da madrugada, cerca de 15 pessoas atacaram a concessionária de carros de luxo Jaguar, no bairro de ateniense de Jalandri com coqueéisl molotov. Quatro carros foram completamente queimados, e vários "sofreram" danos materiais.
Banco Millennium é atacado
Em Tessalônica, um grupo de ativistas atacou o Banco Millennium com coquetel molotov.
Igreja é ocupada
Na cidade de Iraklio, na Ilha de Creta, foi ocupada a Basílica de San Marco, no coração da cidade, para albergar as jornadas solidárias, organizada pela Assembléia de Insurretos de Iraklio.
Reitorias são ocupadas
Diante da ameaça de despejo da Ocupa "Lela Karagiani!,uma das mais antigas da Grécia, com uma vida de 21 anos, foi ocupado na quinta-feira (26), as reitorias da Universidade Politécnica de Atenas, da Universidade da Ilha de Creta, em Iraklio e a Universidade de Patras.
Ação para divulgar o caso Konstantina Kuneva
Na manhã de quinta-feira (26), em Busy Town Center, no centro da cidade de Esparta, cerca de 30 pessoas (estudantes, desempregados e assalariados), ocuparam o Centro do Povo para divulgar o caso de Konstantina Kuneva neste município provincial do Peloponeso.
agência de notícias anarquistas-ana
[Grécia] Manifestação anarquista solidária na cidade de Larissa acaba em repressão e detenções
em que participavam cerca de duas centenas de anarquistas, e deteve cerca
de 9, num protesto em frente a um Tribunal de Justiça, na cidade de
Larissa.]
Nesta segunda-feira (23) pela manhã, foi realizado na cidade de Larissa o
julgamento do anarquista Vangelis Palis. Cerca de 200 anarquistas, homens
e mulheres, se concentraram em frente ao tribunal para manifestar
solidariedade e apoio ao companheiro.
Contudo, a polícia anti-distúrbio atacou brutalmente aos manifestantes com
cassetetes, sem nenhum motivo ou provocação, dissolvendo a concentração.
Muitas pessoas foram perseguidas pelas ruas centrais de Larissa, algumas
conseguiram se proteger dentro da Faculdade de Medicina. A polícia ainda
prendeu 9 pessoas em torno da praça central da cidade. Indivíduos também
foram hospitalizados pela carga policial.
Aproximadamente 50 pessoas estão bloqueadas na Faculdade de Medicina,
enquanto a polícia cercou o prédio para evitar que as pessoas saiam. O
clima é tenso.
Ontem à noite, às 20 horas, haveria na cidade de Volos uma
manifestação-denúncia com o que aconteceu em Larissa.
agência de notícias anarquistas-ana
domingo, 29 de março de 2009
Vallekas contra el fascismo
Comunicado de los organizadores de la concentración antifascista del 28 de marzo de 2009 en Vallekas.
1. A pesar de que toda la zona estaba tomada por la policía, una manifestación neonazi sin estar acordonada ha aparecido en el Puente de Vallekas, donde estaba convocada una concentración antifascista.
2. Esto ha ocurrido al margen del recorrido autorizado por la Delegación de Gobierno, que era en dirección contraria a Vallekas: Avenida Ciudad de Barcelona (Pacífico), calle Caridad, calle Doctor Esquerdo y Menendez Pelayo. Poco después el inicio de la manifestación recorrió ilegalmente aunque protegida por la policía el tramo desde Puente de Vallekas hasta Pacífico.
3. Lejos de los supuestos motivos por los cuales iban a realizar su manifestación, es decir contra la crisis económica, se han dedicado a corear lemas insultantes y ofensivos hacia Carlos Palomino. Lemas como: "Carlos pardillo, devuélvenos el cuchillo", “Josué libertad”, "Seig Heil" y "Vallekas será la cuna del fascismo", entre otros. Esto demuestra que el objetivo de la manifestación fascista no era otro que acudir al barrio donde nació Carlos y provocar tanto a su madre como a los vecinos y compañeros vallekanos que ya salieron masivamente a la calle para repudiar su asesinato.
4. La policía ha permitido con total pasividad y complicidad la actuación de los fascistas, amparándoles en todo momento a pesar de que estos portaban simbología neonazi e iban armados con palos y cascos de moto. Parece que el asesinato de Carlos, perpetrado por un nazi armado "descontrolado", no ha sido suficiente para que la delegada del gobierno tome medidas, sino que por el contrario en esta ocasión ha permitido que una manifestación de nazis armados y "descontrolados", al margen de su recorrido oficial, pretendiese aparecer donde se había convocado la concentración antifascista, pudiendo haber nuevas víctimas.
5. Mientras tanto, la policía se ha dedicado a cargar violentamente contra los antifascistas y vecinos de Vallekas que estaban repudiando el acto fascista, demostrándose una vez más de qué lado está la delegación del gobierno. Desde la Transición, ya sea con los gobiernos de UCD, PSOE o PP, los grupos fascistas han contado con el amparo de las fuerzas de seguridad heredadas de la época franquista. Ahora vemos nuevamente que la supuesta Transición de la que hablan fue un fraude y en la que no se han hecho depuraciones de ningún tipo.
6. La Asociación de Víctimas del Fascismo y otras organizaciones ya avisaron de que la legalización de actos fascistas y la presencia neonazi en Vallekas podría provocar agresiones y repetirse situaciones como el asesinato de Carlos el 11 de noviembre de 2007. El PSOE y la Delegación de Gobierno han hecho caso omiso a estas advertencias, ya que a las 15:00 horas del sábado 28 de marzo, 4 nazis dieron una paliza a un joven por su estética junto al Corte Inglés de Mendez Álvaro, que no fue a más por la ayuda de los transeúntes que pasaban por allí. Así mismo, sobre las 17:30 horas en Entrevías un grupo de 5 nazis agredieron a una chica e intentaron grabarle una esvástica en la cara con una navaja.
7. Pese a la descarada complicidad de la policía y el PSOE con los nazis, saludamos a los vecinos y compañeros antifascistas que en esta jornada han luchado por honrar la memoria de Carlos y defender Vallekas del fascismo.
Por todo esto, exigimos la dimisión de la delegada del gobierno Soledad Mestre y la libertad sin cargos para todos los detenidos.
¡Fuera nazis de los barrios obreros!
¡La lucha es el único camino!
Algumas fotos:
Mais uma vez a polícia protegeu os nazis...
Entretanto sabe-se que 25 pessoas foram presas, 19 maiores de idade e 6 menores. Os 6 menores já se encontram em liberdade!
A maioria das acusações são de disturbios e desobediência.
Mais informação em: www.lahaine.org
Dia Internacional de Acções contra o julgamento dos "25 de Caxias"
-Contra o julgamento dos "25 de Caxias"-
No próximo dia 2 de Abril continuará o julgamento das pessoas acusadas pelo suposto motim que ocorreu dentro da prisão de Caxias, em 1996, em portugal.
No seguimento de 2 anos de lutas contra as condições em que estavam detidos, naquele Março de 96, acontece um protesto espontâneo, em que os presos não se deixam fechar nas celas, a não ser que individualmente, como sabiam ser de seu "direito" (nessa época a prática era de 4 ou 5 presos por cela). Após o diálogo com as chefias ter falhado, são erguidas duas barricadas que foram destruídas pelos anti-motim, rapidamente chamados ao local. Nos 3 dias seguintes, todos os presos dessas alas foram severamente espancados, ameaçados, torturados e interrogados.
Agora, 13 anos depois, fora do contexto das lutas daquela altura, o estado português ainda pretende acusar 25 pessoas por danos e motim, pedindo vários anos de prisão e milhares de euros em multas.
(para mais informação consultar www.presosemluta.tk)
Apelamos assim a um dia de solidariedade internacional, com acções coordenadas em vários sítios, contra este processo-farsa, para o dia 2 de Abril, dia em que acontecerá a 2ª sessão do julgamento, no tribunal de Oeiras.
Absolvição para os "25 de Caxias"!
Solidariedade com os rebeldes!
Contra o roubo das nossas vidas,
nem tribunais nem prisões!
Retirado de: Rede Libertária
quinta-feira, 26 de março de 2009
Luis, un dominicano de Tetuan fue asesinado a balazos por un supuesto segurata el pasado Viernes 20 de Marzo
Luis Carlos Polanco Peralta, un joven dominicano de 23 años, fue abatido pordisparos de bala en la noche del viernes 20, en el madrileño distritode Tetuán.
El asesino, un vigilante de seguridad de nacionalidad
española, descerrajó dos balazos a quemarropa y se dio a la fuga,
siendo perseguido por los propios vecinos del barrio y gracias a éstos
detenido poco más tarde por la policía.
El joven asesinado iba a
ser padre dentro de un mes y pertenecía a una familia humilde y
trabajadora que llevaba afincada en la zona desde hacía más de 12 años.
Un testigo y amigo de la víctima, asegura haber visto que, antes del
asesinato, el presunto vigilante estaba pidiendo la documentación a
Luis, procedimiento exclusivo de la Policía, nunca de los guardias de
seguridad. Otras fuentes explican que el arma utilizada estaba
registrada como arma policial.
Según la versión que ofrece la
policía, el supuesto vigilante de seguridad, que en ese momento
caminaba de paisano, confundió a Luis con un traficante de drogas y le
pidió que le vendiese cocaína. Cuando Luis explicó que él no
trapicheaba y continuó caminando, el vigilante respondió con dos
disparos por la espalda que dos horas más tarde acabaron con la vida
del joven migrante. El asesino, que se negó a declarar en comisaría,
espera ahora a dar testimonio frente al juez.
El barrio de
Tetuán, donde residen más de 3.000 dominicanxs, según datos del
consulado, movilizó en la tarde de ayer a más de 200 personas exigiendo
justicia para Luis, concentración a la que acudieron las Unidades de
Intervención Policial - Antidisturbios de la Policía Nacional, que
intimidaron y cargaron contra lxs manifestantes.
Entre las
calles Carnicer y Topete, la esquina donde fue asesinado, la familia y
amigxs del joven han levantado un altar en su recuerdo, cuyas velas se
mantienen vivas y aumentan en número día y noche. Al mismo tiempo, las
calles se llenan de pintadas exigiendo justicia y llamando a un barrio
unido contra el racismo.
¡¡ LUISITO, NI OLVIDO NI PERDÓN !!
Retirado de: Punto de Fuga
Mais info e fotos: Indymedia Madrid
terça-feira, 24 de março de 2009
[Lisboa] Feira do Livro Anarquista
domingo, 22 de março de 2009
[Grecia] Las cárceles comienzan a levantarse
Estalla un levantamiento en la prisión de Chania, Creta, debido a las inhumanas condiciones de vida. Los internos animan a luchar contra el terrorismo de estado
El sábado 21 de marzo los presos de la prisión de Chania, en la isla griega de Creta han protagonizado un levantamiento contra sus carceleros denunciando las condiciones de las celdas, ocupando el patio de la cárcel y levantando barricadas. Los internos piden la desmasificación inmediata de las celdas. El levantamiento viene tras el fracaso continuado del Ministerio de justicia en cumplir sus promesas de liberar a varios miles de presos de las cárceles griegas, como respuesta a la huelga de hambre universal en las prisiones griegas el pasado otoño.
El levantamiento de la prisión de Chania es el primero en el país despues del levantamiento general en la primavera de 2007 (en respuesta al burutal apaleamiento del preso anarquista Yannis Dimitrakis). Chania acoje a 157 presos en celdas con capacidad para solo 70 y 108 camas, resultando unos diez internos por celda, con sólo un lavabo para cada 57 internos. Los fiscales del estado pidieron a los presos que terminaran el levantamiento y volvieran a sus celdas, emplazándoles a volver a ellas después de una semana de propuestas. Los internos rechazaron la oferta, y han establecido una asamblea insurgente donde las decisiones se toman por consenso.
La dirección de la prisión de Chania es famosa por su brutalidad, y sólo durante la pasada semana 20 inmigrantes fueron encerrados en celdas de aislamiento desnudos.
El primer comunicado de los presos insurgentes dice:
Nosotros, internos de las prisiones judiciales de Chania, hoy 21 de marzo de 2009, reaccionando a las miserables condiciones de vida hemos rechazado volver a nuestras celdas, pidiendo la desmasificación inmediata de la prisión. Creemos que la solución es la transferencia inmediata de un gran contingente de internos a otras prisiones del país. Lo que nadie tolera por un solo momento más es la falta de CONDICIONES HUMANAS DE VIDA Y DIGNIDAD!
Cómo no nos vamos a levantar cuando estamos encerradas 157 personas en una prisión (ex fuerte Otomano) en la que sólo hay sitio para 70, y 57 de nosotros estamos forzados a compartir una sección para 20, compartiendo un solo lavabo, teniendo que acordar turnos para usarlo; cuando tenemos que unir camas para que duerman tres en el lugar de dos, cuando no tenemos agua caliente y cuando tenemos frío, cuando lloramos y nadie nos oye, cuando el Estado está ocultando a la sociedad esta verdad inenarrable !
Por una vez más el estado es el culpable moral de un levantamiento que era inevitable ! Las amenazas veladas sobre represión hacia el levantamiento y de penalizar a aquellos de nosotros que tomemos parte en él, como rebeldes-villanos-criminales, no nos dan miedo.
El estado siempre será nuestro enemigo. El terrorismo de estado no pasará! Hemos votado por consenso y hemos acordado: Continuaremos nuestra lucha hasta que hablemos con un representante del Ministerio de Justicia y nuestras demandas sean oidas.
Internos de la prisión de Chania
Domingo 22 de marzo
Justo ahora está ocurriendo un levantamiento en la prisión de mujeres de Eleonas, Thiva, en Grecia central.
Todo comenzó después de que una manifestación consiguiera llegar a la cárcel, aunque la policía trató de detenerla. Lxs manifestantes pedían entrar en la prisión y hablar con el director. Él se negó, y las internas comenzaron a destruir parte de la prisión.
Recordemos que la cárcel de Thiva es donde estaba Katerina Goulioti, y donde fue asesinada, mientras la trasladaban a otra prisión. Antes de su muerte, habia hecho público lo que estaba ocurriendo aquí...
Ahora lxs manifestantes de afuera aún siguen allí, y más gente está llegando desde Atenas y otras ciudades cercanas. También en la prisión más grande de Grecia, Korydallos, en Atenas, los internos están rechazando la comida, como solidaridad con las mujeres de Thiva.
Unxs 200 manifestantes están afuera de la prisión de Korydallos. En Chania los internos aún controlan la prisión...
Barcelona - repressão policial
No dia 17 de março, três carrinhas da policia apareceram no edificio ocupado da universidade de barcelona e detiveram Enric Duran que, seis meses antes, anunciou publicamente ter roubado 492 mil euros de várias instituições financeiras e ter dado este dinheiro a movimentos sociais. Duran justificou o seu acto como forma de desobediência civil e fez uma ligação à tradição anarquista espanhola de assaltos politicos a bancos. A sua acção foi anunciada no jornal Crisi, cujas cópias (200 mil) foram distribuidas gratuitamente por toda a catalunha no dia em que ficou clandestino. O seu retorno à catalunha foi anunciado publicamente e, no dia em que foi preso, outro jornal foi distribuido em massa. Ambos os jornais se tornaram conhecidos pela análise e perspectiva anti-capitalistas.
Enri, foi detido num debate no edificio ocupado da universidade de barcelona.
Vai aguardar ficar julgamento em prisão preventiva sem fiança. a "prisão preventiva" pode durar até 2 anos.
Ás seis da manhã de 18 de março, a policia de intervenção voltou à universidade para de forma brutal desalojar os estudantes que a ocupavam. 58 pessoas foram forçadamente desalojadas. Mais tarde a policia carregou sobre os estudantes que se manifestavam e ao fim do dia atacou a manifestação e perseguiu e espancou várias pessoas pela cidade. Cerca de 18 pessoas foram detidas.
Os estudantes têm vindo a lutar contra o plano bolonha à mais de um ano através de vários protestos e ocupações de prédios em universidades.
Vários estudantes da Universidade Autonoma de Barcelona foram ameaçados com prisão por danos provocados pela ocupação.
Retirado de: Rede Libertária
