sexta-feira, 17 de outubro de 2008

CNT - Jornal A Marca em Greve


Trabalhadores do Jornal A Marca, o maior jornal desportivo de Espanha em greve.



CNT

Polícia contra policia no Brasil

Greve da Polícia Civil por melhores salários radicaliza-se. Na tentativa de protestar frente ao governo de São Paulo houve confrontos entre a polícia de choque e os manifestantes da polícia civil.

domingo, 12 de outubro de 2008

RIP Fyodor "Fediay" Filatov. Another Antifascist murdered.


In the morning of October 10th 2008 Fyodor Filatov died in hospital from numerous knife wounds. At 7:30 AM he was attacked by four unknown persons armed with knifes, while leaving his home on his way to work. There are no doubts that the attack was well-planned. Russian Neo-Nazi scum always saw Fyodor as one of their arch enemies. His photos were published on a lot of Neo-Nazi websites along with death threats.


Fyodor Filatov was one of the founders and most active members of Moscow Troyan Skinheads – a community of Antiracist and Antifascist skinheads from Moscow and Moscow region. Nobody does as much as him for the development of Russian Antifascist skinhead movement.


He was only 27 years old.


He died for his beliefs.


We must never forget.

Indymedia



segunda-feira, 6 de outubro de 2008

8º Aniversário da C.O.S.A.


Dia 14, 3ª-feira

15h: Workshop de Fibra de Vidro
17h: Paintball com fisgas
22h: CONCERTOS:
. Insulto
. Tintura D'Ódio
. Disastro Sapiens


Na Kÿlakancra
Vila Okupada dos Subúrbios de Setúbal


Dia 15, 4ª-feira


21h: Passagem do filme Bab Sebta, seguida de conversa com os autores.

No Espaço Lança (antiga Zaragata)
Estrada da Graça, nº190

Dia 16, 5ª-feira

19h: Debate à volta de um Lanchinho
. Questões de género:
"Rapaz vs rapariga ou pura estupidez?"
"Eu, Tu, Elx, Nós, Elxs, ..."

na COSA

Dia 17, 6ª-feira

Pela noite dentro...
FESTA CASINO
com Torneios de Gambling
Karaoke
Dj Arthrit (2ª aparição desde o milagre de fátima)

Na COSA


Dia 18, Sábado

15h: FESTA, Xurrascada e Cinema na rua, para amigxs e vizinhança
21h30: Projecção de documentário sobre lutas nas prisões da grécia

8 anos de ocupação
Casa Okupada de Setúbal Autogestionada
Rua Latino Coelho, nº2
Bairro Salgado


cosanossa@gmail.com

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Comunicado da Alternativa Libertária contra a Praxe


Anos consecutivos de praxe violenta, humilhante e sexista deitam por terra os esforços dos defensores da praxe, apresentada como uma forma tradicional de integração. Nada podia ser mais falso, a praxe nos moldes em que existe na maior parte das universidades de Portugal é uma espécie de violência doméstica tolerada e que tem como objectivo a subserviência dos caloiros (considerados como inferiores) aos seus colegas mais velhos, veteranos ou não (considerados superiores). Toda uma panóplia de alarvidades teóricas baseadas em princípios medievais são a fonte de inspiração de quem praxa: fazer e ter amigos é a mais comum.
Não é preciso pensar muito para chegar a uma conclusão simples, se para ter 'amigos' tenho que me sujeitar a coisas degradantes como simular sexo, comer merda, ser pintado ou dizer de joelhos 'caloiro é pior que cão', prefiro não ter esses 'amigos' e ter outros que não estabeleçam uma 'amizade' depois de me humilharem.

Portugal é um país de modas, a praxe é uma moda e não uma tradição.
Se há tradição de praxe apenas pode ser remetida para o caso de Coimbra. No entanto, o argumento de tradição (embora seja uma invenção) por si só também não convence. Existem boas e más tradições, tal como existem bons e maus costumes e a praxe a par do bullyng é um mau costume e algo a que nos devemos opôr totalmente. A praxe já matou, a praxe já violou, a praxe já deixou marcas para toda a vida como amputações de membros e marcas psicológicas profundas. A praxe anula o sentimento académico de igualdade e união e incentiva o circo foclórico labrego, vazio de espírito crítico. Não é por acaso que as Associações de Estudantes de Portugal são as menos activas da Europa e só se preocupam com festas, galas, praxes e carreirismo político.

Por estas razões apelamos a todas caloiros que rejeitem a hierarquia imposta por quem é igual a vocês. Apelamos ao boicote e à denúncia daquilo que é a tortura instutucional da praxe.

alternativa-libertaria@riseup.net

Cartaz e comunicado da Alternativa Libertária



12 de outubro TOD@S ao Martim Moniz

MANIF 12 OUTUBRO


Todos os dias somos estigmatizad@s e criminalizad@s pelos média e responsáveis políticos e perseguid@s pelas suas forças policiais. Sucessivas operações policiais espalham um clima de terror e uma sensação de cerco aos bairros construídos no meio do nada onde nos têm re(en)jaulad@s e não realojad@s . Somos acusad@s de ser a causa do crime, dos salários baixos e da gastos públicos em subsídios quando somos apenas 5% da população do país mas 10% da população activa, produzimos 7% do PIB somos 7% das pessoas inscritas na Segurança Social com descontos em dia. Somos ainda quem recebe os pedidos de almoço num restaurante qualquer, quem limpa os escritórios e centros comerciais depois e antes de por lá passarem, quem assenta os tijolos dos seus condomínios fechados. Como muitos portugueses também somos hustlers. Mas somos mais médicos, advogados, artistas e desportistas que trazem medalhas de ouro para elimentar o ego dos mesmos portugueses que nos querem mandar "para a rua". Também somos as principais vítimas da brutalidade policial resultando em várias agressões e homicídios, sem que ninguém seja responsabilizado. Também somos passíveis de levar o dobro da pena que um Português pelo mesmo crime.


África tem sido explorada desde há 500 anos para cá, privada dos recursos naturais e humanos que enriqueceram a Europa e América, mas diariamente milhares de irm@s morrem às portas da Europa a tentar entrar ou são detidos, torturados e expulsos, deixados no deserto a morrer à fome e à sede.


Tornou-se inadiável resistir a esta opressão racista e xenófoba de que temos sido alvo. Tornou-se irresponsável ficar em casa a assistir à nossa execução pública. Tornou-se urgente usar a nossa voz em vez de ficar à espera que alguém fale por nós.


Todo o conformismo e submissão a esta situação é uma atitude radical pois implica aceitar um julgamento colectivo de comunidades que mais uma vez servem de bode expiatório a falência deste sistema económico e social.



NENHUM SER HUMANO É ILEGAL

Manifestação pelos direitos do anaimais

No próximo SÁBADO – 4 de Outubro, Dia Mundial do Animal, com uma concentração inicial marcada para as 15h em frente à Praça de Touros do Campo Pequeno – várias das principais ruas de Lisboa virão a ser palco da Marcha Nacional Por Um Código de Protecção dos Animais Moderno, Eficaz, Progressista e Justo e Pelo Fim dos Crimes Sem Castigo diariamente cometidos contra os animais em Portugal, durante a qual manifestantes vindos de todo o país virão desfilar desde o Campo Pequeno até à Assembleia da República, onde, por volta das 20h, se dará a concentração final da marcha, que servirá para reforçar a reclamação dirigida à Assembleia da República para que no Parlamento seja aprovada e estabelecida uma nova lei de protecção dos animais em Portugal, formulada como um Código de Protecção dos Animais, na preparação e redacção do qual se pede aos grupos parlamentares que tenham em plena consideração as propostas apresentadas no “Manifesto ANIMAL – Proposta Orientadora para um Código Português de Protecção dos Animais”, documento que a ANIMAL apresentou aos grupos parlamentares há aproximadamente um ano e em defesa do qual tem vindo a fazer campanha e a ter reuniões com os grupos parlamentares, para que ajam de acordo com o que neste documento é proposto e reclamado.




Rita Silva, Vice-Presidente da ANIMAL, explica que “Nesta Marcha, cada pessoa é convidada a trazer um cartaz que denuncie o caso de crueldade contra animais que mais a impressione e que não consegue resolver recorrendo às autoridades. Pretender-se-á ilustrar, neste sentido, o actual estado da protecção dos animais em Portugal – a legislação vigente de protecção dos animais é extraordinariamente dispersa, confusa, auto-contraditória e inconsistente, além de ser excessivamente burocrática ao mesmo tempo que vaga, quanto aos procedimentos e sanções e quanto às normas que estabelece, sendo, além do mais, absolutamente permissiva e branda. Como se esse estado de coisas não fosse suficientemente mau, a fiscalização e aplicação das normas desta legislação não merecem qualquer atenção séria e concertada por parte das autoridades policiais, municipais, administrativas e veterinárias do país, que raramente respondem de forma eficaz e diligente às participações de infracções que recebem, levando a que os animais de Portugal, nas mais diversas áreas, se encontrem dramaticamente desprotegidos e que os cidadãos que em defesa deles intervêm se vejam sem qualquer hipótese real de poderem contar com a intervenção do Estado que está prevista na lei”.




Segundo Miguel Moutinho, Presidente da ANIMAL, “esta Marcha marca o princípio da segunda fase desta campanha. Agora, é tempo do Parlamento tomar medidas, depois de ter tido este último ano para avaliar e reflectir sobre esta situação e depois de, tanto o Presidente da Assembleia da República quanto os líderes parlamentares, terem recebido muitos milhares de mensagens de e-mail de pessoas de todo o país e de todo o mundo, que pediram ao Parlamento que modernizasse, reforçasse e tornasse mais justa e eficaz a legislação vigente de protecção dos animais em Portugal. No Dia Mundial do Animal, marcaremos esta Marcha para lembrar ao Parlamento que é tempo de tomar medidas, as medidas que não tem tomado de todo ao longo dos anos, nomeadamente aprovando uma lei completa, específica, clara, restritiva, desburocratizada e facilmente aplicável de protecção dos animais. A sensivelmente um ano de eleições, é também importante mostrar que esta questão tem grande importância política para os portugueses – que votarão também de acordo com a resposta dos partidos a esta importante reclamação”.




A ANIMAL espera entregar ao Presidente da Assembleia da República, na semana que se inicia depois do Dia Mundial do Animal, a Petição “Por Um Código de Protecção dos Animais Moderno, Eficaz, Progressista e Justo”, subscrita já pelo menos por 15.000 pessoas, que vem acrescentar mais um elemento de pressão positiva vinda da sociedade civil sobre o Parlamento, para que dê finalmente passos concretos, seguros e inequívocos no sentido de tornar Portugal num país que protege os seus animais de forma activa, tal como os portugueses querem que aconteça.




No inquérito nacional que a Metris Gfk, sob a coordenação do CIES do ISCTE, realizou em Fevereiro e Março de 2007 sobre “Valores e Atitudes dos Portugueses Face à Protecção dos Animais”, as respostas dos inquiridos deixaram clara a maneira como a esmagadora maioria dos portugueses hoje pensa acerca das principais questões relativas à protecção dos animais:



· À pergunta “Em que medida pensa que, em Portugal, os animais são protegidos por lei?”, 65,8% dos portugueses pensa que os animais não são “nada protegidos”, enquanto 21,3% pensa que os animais são “pouco protegidos”;



· 50,5% dos portugueses pensa que seria “muito importante” ter uma nova lei que protegesse todos os animais em Portugal e 39,7% pensa que esta nova lei seria “importante”;



· 82,6% dos portugueses pensa que seria “urgente” ou “muito urgente” obter esta nova lei;



· À pergunta “Em que medida considera que entidades públicas deveriam ser responsáveis pela protecção dos animais?”, 68,8% dos portugueses pensa que as câmaras municipais deveriam ser “muito” responsáveis pela protecção dos animais, 73,7% pensa que as autoridades veterinárias deveriam ser “muito” responsáveis pela protecção dos animais, 68,4% pensa que as polícias deveriam ser “muito” ou “algo” responsáveis pela protecção dos animais; 52,4% pensa que o Governo deveria ser “muito” responsável pela protecção dos animais e 27,7% pensa que deve ser “algo” responsável por esta tarefa; e 64,9% dos portugueses pensa que a Assembleia da República deve ser “muito” ou “algo” responsável pela protecção dos animais;

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Forte mobilização Antifa derrota intenções nazis

Rotundo fracaso del Congreso Anti - Islámico debido a la movilización de los antifascistas en Colonia

x La Haine

Del 19 al 21 de septiembre se celebró este acto organizado por el fascismo alemán. Para ello se organizaron diversos colectivos con el fin de intentar impedir que su propaganda xenófoba se hiciera eco en las calles de Colonia con total impunidad.

Este Congreso estaba organizado por el partido “Pro Köln” de Colonia, bajo el título “Contra el Islam”. Al evento estaban invitados diversos partidos europeos de extrema derecha (como el Front National de Le Pen) e incluso de EE.UU.

Por parte del movimiento antifascista, según nos informa a La Haine gente ligada al movimiento antifa, han estado organizando concienciudamente los preparativos para intentar impedir en la medida de las posibilidades la celebración de los diferentes actos fascistas preparados para este Congreso durante esos tres días. Para ello organizaron diferentes charlas para concienciar a la población de lo nefasto de la difusión de las ideas fascistas y racistas. También se prepararon diversos bloqueos para impedir tanto las manifestaciones como la llegada de los fascistas a la ciudad. La organización de las contraactividades fue exquisita, teniendo a disposición de los manifestantes un equipo legal y sanitario además de recibir todas aquellas noticias y novedades relacionadas al evento a través de un móvil WAP.

Al igual que hacemos en La Haine, los antifascistas alemanes organizaron a través de una web una cobertura minuto a minuto de las manifestaciones antifascistas a través de un sistema que ellos denominan Info Ticker, la cual iba informando de lo que allí acontecía en inglés.

Cabe destacar la enorme presencia policial desplegada para el evento, donde se calcula que podía haber hasta 5000 policias (¡más que en las propias movilizaciones contra el G8!).

El partido organizador del evento racista Pro Koeln tuvo que cambiar el lugar de la conferencia de prensa, teniendo que acudir a un barco junto al río Rhin en lugar de donde estaba prevista que era en el centro de la ciudad, y por lo visto han fracasado en muchas de sus intenciones debido a la gran movilización contra el Congreso por parte de los antifascistas, como por ejemplo en la excursión prevista en autobús por la ciudad para visitar las mezquitas de la ciudad, fue prohibida y las empresas de buses se negaron a transportarles.

Por otra parte mientras que la manifestación fascista fue prohibida por cuestiones de seguridad (en ese mismo lugar los contramanifestantes lograron hacer una pequeña manifestación como demostración de fuerza pero fue desalojada por la policía), la manifestación fue un éxito con una participación de entre 2000 y 4000 personas. Cabe destacar el carácter pacífico de las movilizaciones a pesar de que se haya producido algún arresto y algún incidente.

En definitiva, parece que el Congreso Anti-Islámico ha sido un rotundo fracaso visto las informaciones que nos llegan del exterior, una gran noticia para el movimiento antifascista y anticapitalista.







LaHaine